A intervenção inspira-se em abordagens construtivistas como Jean Piaget e Lev Vygotsky e em referências pedagógicas como Montessori e Reggio Emilia, privilegiando a autonomia, a escuta ativa e a livre exploração de materiais.
A prática educativa estende-se para além do espaço físico das atividades, assumindo uma dimensão comunitária, na qual a formadora e artesã desempenha um papel simultaneamente educativo e sociocultural ao longo de todo o processo.
As atividades desenvolvidas refletem a identidade pedagógica do projeto, baseada na aprendizagem pela experiência, na construção coletiva e na expressão artística como instrumento de desenvolvimento pessoal e social, reforçando laços e criando oportunidades reais de participação.
A avaliação é contínua e qualitativa, baseada na observação, na participação dos envolvidos e na reflexão sobre a evolução de cada participante, centrando-se no percurso e não na comparação de resultados.